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á algumas semanas, o brasileiro tem assistido, aos domingos, a mais nova novela global. Não se trata de Manoel Carlos, Copacabana, Helenas e famílias da high society carioca, reunidas ao café da manhã no "bom" e velho estilo comercial de margarina. Refiro-me à série "É muita história", estrelado (?) pelo moderador de BBB's, Pedro Bial, e pelo pseudo-historiador, jornalista e animador de circo, Eduardo Bueno. O quadro nasceu sob a excelente intenção de aproximar os brasileiros da História do próprio país. O que faz então, o quadro merecer o cítrico sumo? Simples. O toque global na 'parada'.
A vocação para a produção de novelas em série parece ter levado à Toda-poderosa carioca a errar na mão. Enfeitaram tanto que o quadro do já espalhafatoso Fantástico nasceu sob ares 'novelescos', excessivamente cênico e circense. Só faltam mandar chamar o Marcos Frota! Não que se precisasse de um clima solene e exageradamente sério para falar de História na TV, mas também não precisava ir ao outro extremo.
Sem qualidade nos critérios e métodos, ou mesmo a quase que ausência destes, a dupla Bueno-Bial escreve uma História rasteira e ridícula. Fazem da micro-história nada mais do que fofoca-histórica, lançando no colo do telespectador idéias e hipóteses tão ou mais sem credibilidade que o próprio Eduardo Bueno. E assim, grande parte dos brasileiros continua encarando uma História do Brasil aos moldes de Carlota Joaquina - Princesa do Brasil, de Carla Camurati, 1995, onde se reduz tudo ao humor, ao pragmatismo-burro, à putaria e ao maniqueísmo mocinhos vs. bandidos. Plim! Plim!
Ô amigão, me vê uma limonada no capricho, por favor.
á algumas semanas, o brasileiro tem assistido, aos domingos, a mais nova novela global. Não se trata de Manoel Carlos, Copacabana, Helenas e famílias da high society carioca, reunidas ao café da manhã no "bom" e velho estilo comercial de margarina. Refiro-me à série "É muita história", estrelado (?) pelo moderador de BBB's, Pedro Bial, e pelo pseudo-historiador, jornalista e animador de circo, Eduardo Bueno. O quadro nasceu sob a excelente intenção de aproximar os brasileiros da História do próprio país. O que faz então, o quadro merecer o cítrico sumo? Simples. O toque global na 'parada'.A vocação para a produção de novelas em série parece ter levado à Toda-poderosa carioca a errar na mão. Enfeitaram tanto que o quadro do já espalhafatoso Fantástico nasceu sob ares 'novelescos', excessivamente cênico e circense. Só faltam mandar chamar o Marcos Frota! Não que se precisasse de um clima solene e exageradamente sério para falar de História na TV, mas também não precisava ir ao outro extremo.
Sem qualidade nos critérios e métodos, ou mesmo a quase que ausência destes, a dupla Bueno-Bial escreve uma História rasteira e ridícula. Fazem da micro-história nada mais do que fofoca-histórica, lançando no colo do telespectador idéias e hipóteses tão ou mais sem credibilidade que o próprio Eduardo Bueno. E assim, grande parte dos brasileiros continua encarando uma História do Brasil aos moldes de Carlota Joaquina - Princesa do Brasil, de Carla Camurati, 1995, onde se reduz tudo ao humor, ao pragmatismo-burro, à putaria e ao maniqueísmo mocinhos vs. bandidos. Plim! Plim!
Ô amigão, me vê uma limonada no capricho, por favor.




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